AULA
4 – 21-08-18
Potencial de ação.
-
Lei do tudo ou nada:O potencial de ação sempre vai gerar uma
carga superior ao limiar de excitação, despolarizando sem conseguir para, então
uma vez iniciado o potencial de ação só vai parar no botão sináptico.
- Condução impulso nervoso: A propagação é sempre no
sentido dendritos - > corpo celular - > axônio - > botão.
- Estímulos captados pelo impulso nervoso que
percorre todo o axônio até chegar as suas extremidades.
- O neurônio só se comunica quando é estimulado ou
não. Por exemplo: a doença de Parkinson, acontece, quando é inibido a os
neurônios. Outro exemplo, a depressão,
quando a quantidade de neurônios no cérebro é reduzida, então, o antidepressivo
aumenta a estimulação dos potenciais de ação.
A célula hiperpolarizada dificulta a despolarização.
1 - Potencial
de repouso: A célula encontra-se em potencial de repouso onde dentro a carga
será negativa e fora será positiva.
2 – A membrana celular receberá um estímulo que
pode ou não ativar a abertura dos canais de sódio. Esse estímulo é chamado de potencial graduado.
3 – Chamado de potencial
limiar ou limiar de excitação, tem como função definir a carga elétrica mínima
para abertura dos canais de sódio.
4 – Quando o potencial graduado atinge o limiar de
excitação vai provocar a abertura dos canais de sódio permitindo o influxo para
dentro da célula invertendo sua polaridade, este evento representa a fase de despolarização também vai
acarretar a ativação do potencial de ação.
5 – Com o fechamento dos canais de sódio e abertura
dos canais de potássio, passamos a ter o refluxo, ou seja, saída de potássio
para fora da célula voltando gradativamente a deixar a membrana novamente
negativa dentro e positivo fora. Esta fase é a repolarização.
6 –Na fase de repolarização vai ocorrer uma demora
no fechamento dos canais de potássio e vai provocar uma saída em excesso de
potássio.
7 – A célula encontra-se agora mais negativa do que
o normal deixando-a na fase de
hiperpolarização sendo necessária a ativação do transporte ativo de
membrana, ou seja, ativação da bomba de sódio e potássio.
8 – A membrana encontra-se em repouso não só eletricamente falando como também com suas
concentrações iônicas.
·
Período
refratário absoluto:Quando inicia a fase despolarização inicia o período
refratário. Compreende a abertura dos canais de Na+ até a fechadura dos
canais de Na+ e abertura dos canais de K+.
- Impede a célula de
receber novos estímulos.
- Não depende da
intensidade do estímulo.
- Quando os canais estão
totalmente fechados e é impossível estimular o neurônio, por maior que seja a
intensidade do estímulo, dizemos que o período refratário é absoluto.
·
Período
refratário relativo:O que compreende o fechamento da
bomba de sódio.
- Depende da intensidade do
estímulo.
- Inicia-se no final do
período refratário absoluto e persiste até que o potencial de membrana retorne
ao nível de repouso.
- Os canais de Na+ somente
voltam a poder ser estimulados apenas depois que a membrana estiver totalmente repolarizada.
Enquanto não houver um número suficiente de canais de Na+ nessa condição, é
possível estimular o neurônio, mas ele responderá somente se a intensidade for
bem maior.
Ø Condução Saltatória:
- Posição saltatória:A bainha de mielina não é
contínua e forma espaçamentos isentos de mielina que são chamados de módulos de
Ranivier.
Obs: Bainha de mielina não gera potencial de ação
apenas o axônio, a bainha apenas conduz, acelera.
.*O prof deu
o exemplo de andar em cerâmica por cerâmica ou saltando 2 cerâmicas*
- A despolarização e a repolarização do neurônio
ocorre nos nódulos de ranivier.
- Ela solta de um módulo de R para outro após
despolarização e atingir o potencial de ação até chegar no botão sináptico. A
bainha vai acelerar.
Ø Lei do tudo ou nada:
- Existe um valor mínimo de exibição para que
ocorra o impulso nervoso.
- Se o estímulo for fraco e não atingir o valor
mínimo.
Ø Sinapse:
passagem de estímulo.
- Química:
apenas essa tem botão sináptico (conjunto de receptor e neurotransmissor).
- Elétrica:
·
Sinápse
química:
- Região da célula adjacente (membrana pós
sináptica).
- Espaço entre as estruturas (fenda sináptica).
- Botão sináptico formado pelo neurotransmissor
pré-sináptico e neurônio pós-sinápito, entre eles há a fenda sináptica.
- Suas regiões de íntima aproximação entre
neurônios onde os estímulos passam de um neurônio para o outro ou para uma
célula muscular por meio de mediadores
químicos ou neurotransmissores.
·
Sinápse
elétrica:
- Há comunicação direta
entre as células envolvidas, por isso, a propagação do impulso não é mediada por neurotransmissores.
- Obs: Por ser comunicação
direta não quer dizer que são conectadas.
- Não tem botão sináptico.
- Existe a fenda sináptica,mas
as estruturas são estreitas, onde os íons podem influenciar um nos outros. O
estímulo passa de um para o outro. Ex: convulsão, arritmia. Quando tem um
problema perde o padrão.
Aula 5
SENSAÇÃO X PERCEPÇÃO
Ø Codificaçõ e procssamento
sensorial:
- Estímulo: Energia
- Transdução: Energia codificada em sinais
neurais.
- Percepção: Processamento central.
Ø Atributos elementares do estímulo
a serem codificados.[]
- Localização;
- Modalidade;
- Intensidade;
- Duração.
Ø Percepção x Sensação.
Ø Sensação:
- A sensação é a primeira
sensação gerada na periferia. Este é igual para todo mundo.
- Sensação de toque
superficial, toque profundo, calor, frio e dor – originado pelo potencial de
ação na pele destinado ao SNC.
Ø Percepção:
- A percepção dá qualidade
à sensação de TOQUE, FRIO E CALOR.
- A percepção é o toque que
dói, o frio que relaxa, o calor que relaxa.
EX:
SENSAÇÃO
|
PERCEPÇÃO
|
TOQUE QUE DÓI
|
|
FRIO
|
FRIO QUE REALAXA
|
CALOR
|
CALOR QUE FAZ DORMIR
|
O corpo pode acostumar com
as sensações como, por exemplo, o uso de uma roupa, a ponto de nem se incomodar
com ela.
Ø Processamento no nível do
circuito:
A tarefa no nível do
circuito é levar os impulsos à regiões apropriadas do córtex cerebral para a localização
e percepção dos estímulos.
Ø Por que sensação se transfora em
percepção:
A sensação é um receptor
(gera informação) de frio, calor, toque profundo ou superficial e de dor. Esses
receptores sensoriais entram no que chamam de nível de circuito. Da pele, vai
para coluna em nível ascendente – aferente em direção ao córtex cerebral,
quando chega lá, sentimos a informação gerada. A informação gerada passa por
pelo menos 3 neurônios.
SNP - 1º nível do receptor – receptores sensoriais.
> pele
SNC - 2º nível do circuito – vias ascendentes.
>coluna
SNC - 3º nível da percepção – circuitos neuronais no
córtex cerebral. > córtex cerebral.
Ex: A hanseníase tem
caracterisica de hipocromissidade, uma difrença de coloração da pele e perda de
sensibilidade.
Ø Onde tudo começa: :
Começa
na região periférica, nos receptores periféricos será gerado um potencial graduado que será convertido
em potecial de ação, esse potencial passa pelo axonio e vai em sentido a
coluna, lá passa a informação para o segundo neurônio que vai até o tálamo, do
tálamo passa informação para o segundo neurônio que vai até o córtex sensitivo.
Ø Processamento nível perceptivo.
“A
interpretação da entrada sensorial ocorre no córtex cerebral. A habilidade para identificar e distinguir sensações depende
da localização específica dos neurônios-alvos no córtex sensorial e não da
natureza da mensagem (que afinal de contas é um potencial de ação)”.
Ø Os principais aspectos da
percepção sensorial incluem: (QP)
Ø Detecção perceptiva:
É
capacidade de detectar a ocorrência de um estímulo;
este é o nível mais simples da percepção. [Ex: toque]
Esse
estímulo pode ou não gerar um potencial de ação, quando gera um potencial de
ação, esse potencial só vai parar no córtex. Gera-se uma percepção.
Ø Estimativa a magnitude:
É
a habilidade de detectar a intensidade
do estímulo. Devido ao código de frequência,
a intensidade da percepção aumenta a
medida que o estímulo aumenta a sua intensidade. [Ex: forte, fraco,
superficial, profundo, se foi bom ou ruim]
Ø Discriminação espacial:
Permite
a identificação do local ou padrão
de estimulação. EX: teste de discriminação entre dois pontos.
Ø Extração distintiva ou detecção
característica.
É
o mecanismo pelo qual um neurônio ou circuito responde a uma caracteristica
preferencial em deterimento à outas. [Ex: Toque de pano, dedo, pena].
Ø Discriminação da qualidade:
É
a capacidade de diferenciação de uma submodalidade de uma sensação em particular. Ex: submodalidades do paladar (doce,
amargo, etc).
Ø Padrão de reconhecimento:
É
a habilidade de reconhecer, em uma cena que nos cerca, um padrão familiar ou
não, ou com um significado especial para nós. [ex: pelo toque, pelo frio, pela
cena]
As sensações elas são unimodais com
exceção da dor que é polimodal.
Ø Classificação de acordo com o estímulo
ativador.
-
Mecanorreceptores
-
Termoreceptores
-
Fotoreceptores
-
Quimioreceptores
-
Nociceptores.
MECANORRECEPTORES
|
TERMORECEPTRES
|
FOTORECEPTORES
|
QUIMIORECEPTORES
|
NOCIRECEPTORES
|
Geram impulso nervoso quando o tecido é
deformado. Ex: tato superficial e profundo- Pressão, toque,
vibração e estiramento.
|
São sensíveis às
alteraçõe de temperatura. Ex: calor e
frio
|
Tais como a retina do olho, respondem à
energia luminosa. EX: visão, informção
de luz.
|
Respondem aos químicos e soluções. Ex: Paladar; Alterações do sangue, pH, O2, CO2.
|
Respondem
à estimulos potencialmente nocivos que resultam em DOR.
|
Ø Classificação pela localização.
- Externoreceptores
- Interoreceptores.
- Poprioreceptores.
Ø Exteroceptores:
- São sensíveis aos
estímulos que se originam fora do corpo. Ex: Tato, pressão, dor, temperatura.
- Receptores dos sentidos.
Ex: Visão, audição, quilíbrio, paladar, olfato.
Ø Interoreceptores (visceroceptores):
- Respondem pelos estímulos
dos órgãos.
- Alterações químicas,
estiramento de tecidos e temperatura interna.
- Em geral não percebemos o
seu trabalho mas podemos sentir fome, sede ou dor.
Ø Proprioceptores:
- São internos como os
interoceptoes, respondem por estímulos internos, entretanto são diferentes.
- Ocorrem nos músculos; tendões; articulações e tecidos de revesimentos dos ossos e os
músculos.
- Informam o cérebro sobre
o posicionamento e movimento.
- Propriocepção:
O SNC processa estas
informações vindas de terminações nervosas especializadas ou de mecanorreceptores
que estão localizadas na pele, músculos,
tendões, cápsulas articulares e ligamentos. Juntamente com oss inputs
vestibular e visual, os mecanorreceptores fornecem ao SNC informações sobre a
posição do membro.
Envia informação do próprio
funcionamento do seu corpo.Ajuda no sistema somático quando fizer os
movimentos.
-Função:
- Proteção;
- Dar noção de
posicionamento dos músculos, das articulações, de como o corpo está se
comportando.
Ø Receptores Musculares:
o
Mecanorreceptores
o
Muscular
e tendinoso
-
Fusos musculares.
O fuso neuromuscular é uma especilização gerada para o próprio
músculo. É um ativador.
Quando se inicia o
movimento, o fuso neuromuscular está
associado as fibras do movimento. Quando se inicia um movimento, manda
uma informação para o SNC e intensifica o recrutamento muscular.
Ex: reflexo patelar – a
contração do músulo é gerado pelo fuso neuromuscular. Então essa contração se
dá pelo estiramento das fibras que ativa o fuso neuromuscular enviando
informação de contração pra ele mesmo, com isso, a contração se torna mais
forte.
- Órgão tendinoso de Golgi. – Desativa
o músculo.
Toda vez que o órgão
tendinoso for ativado, o fuso neuromuscular perde função.
Ex: A câimbra é causada
pelo fuso. E o órgão tendinoso desativa o fuso, enviando informações para o
músculo relaxar. Por isso alongamos o músculo.
Localizadoo nos tendões
- quando o músculo esá prestes a
lesionar, o tendinoso, desativa.
- Receptores articulare e cutâneo.
i.
Terminações de Ruffini.
ii.
Terminações de Gogi.
iii.
Terminações encapsuladas de
Pacini.
iv.
Receptore articulares tipo I, II,
III, IV.
Receptor do tipo I – movimentos lentos } presentes
em articulações.
Quando o indivíduo está em
pé, a articulaçao se choca uma com a outra, essa pressão exercida é o recepto
tipo I.
Receptor do tipo II – Movimentos rápidos } articulações
Se adaptam mais rapidamente
e não se aquecem em repouso.
Receptor do tipo III } ativação de ligamentos
Corpusculos encapsulados
acoplados em filamentos. São os maiores em grupos articulares. Se adaptam
lentamente, só respondem quando altas tensões são geradas nos ligamentos
Receptor do tipo IV } Ligamentos, articulações,
músculos e tendões.
As extremidades são
desencapsuladas portanto são subdivididas em dois tipos:
IV a – Plexos - Dor
IV b- Dor dos tecidos
articulares.
Ambos
os tipos IVa e IVb constituem o sistema receptor de dor dos tecidos
articulares, sendo chamados de nociceptores. Quando ocorre acentuada deformação
mecânica ou irritação química, como por exemplo, ácido lático, íons potássio e
histaminas, podendo aparecer em situações de isquemia (falta de sangue) e
hipóxia (falta de oxigênio).
AULA 6
SISTEMA SOMATOSSENSORIAL
TATO
A sensibilidade tátil resulta da stimulação de
receptores específicos na pele ou camada subcutânea.
Tato grosseiro: é
a capacidade de perceber que algo entrou em contato com a pele mesmo que a
localização, forma, tamanho e textur não possam ser percebidos.
Tato discriminativo:
é capaz de identificar o ponto preciso do corpo onde ocorreu o toque, assim como,
a forma,o tamanho e a textura da fonte do estímulo.
·
Sistema
de resposta:
- Rápida (sistema ou via
epicrítico): É preciso, discriminativo e apresenta uma
representação espacial detalhada.
Ex:
alguém me tocou no ombro e doeu.
- Lenta (Sistema ou via protopático):
É grosseiro e impreciso.
Ex:
alguém me tocou.
·
Receptores
táteis:
Ø Corpusculo de Meissner: Adaptação
rápida; Localizção precisa do toque na pele. Informação epicrítico
Ø Órgão Piloso: Adaptação
rápida; Localização precisa do toque na pele. (pêlos). Informação epicrítica.
Ø Corpusculo de Pacini: Adaptação
rápida; localização precisa de estímulos
repetídos.
Ø Discos de Merkel: Adaptação
lenta localização discriminativa; toque
continuado de objetos sobre a pele. – Informação protopático.
Ø Corpúsculo de Ruffini: Importantes
para detecção de estados de de deformação continuada da pele e dos tecidos mais
profundo, tais como toque e pressão mais fortes e contínuos.
·
Termorreceptores
Localizados na superfície
da pele e capaz de identificar duas sensações térmicas distintas, o frio e o
calor. Ambos são de adaptação lenta,
muito embora podem descarregar fisicamente quando a temperatura da pele muda
rapidamente. Dividido em três receptores:
1 – Frio
2 – Calor;
3 – Dor.
Oscilações sempre vão ocorrer:
As temperaturas entre 10º e
40º C estimulam os receptores para frio, enquanto as temperaturas entre 32ºC e
48ºC ativam os receptores de calor.
·
Nociceptores
– DOR
Os nociceptores são terminações nervosas livres,
encontrados em todos os tecidos do corpo com exceção ao encéfalo.
Sua ativação ocorre por
estímulo químico, mecânico ou térmicos.
Processos que ativam a dor:
processos inflamatórios, ácido lático, radicais livres
·
Processo
de dor
O processo de dor está
relacionado com receptores químicos qu estimulam vias próprias de dor.
I.
TIPOS
DE DOR:
- DOR RÁPIDA – AGUDA
- Neurônios de médio
calibre A – Delta.
- Mielinizadas.
- DOR LENTA – CRÔNICA.
- Neurônio de pequeno
diâmetro – Fibras C
- Amielinicas
- Dor em queimação, dor
continuada, dor latejante, dor nauseante e dor crônica.
Todas as vias, usam o mesmo
caminho, então as vias sensitivas também.
Ex 1: de 3 estímulos simultaneos, 1 sobresai sobre
os outros: Se for tocado com um gelo, primeiro sentimos o toque, se permanecer
o toque, passamos a sentir mais frio que o toque, a pressão fica em segundo
plano, quem sobressai é o frio.
Ex 2: Batida da canela: 1ª
sensação, toque, sendo mais rápida que a
dor. Depois da batida, vem a dor
contínua, o indivíduo esfrega a região – estímulo de toque superficial. Esse estímulo ocupa o espaço do segundo
neurônio, entã vai chegar no tálamo a informação da massagem, e a partir daí,
envia informação da passagem de dor.
·
Competição
entre as duas vias:
O estímulo que chega
primeiro estimula o segundo neurônio, e o outro estímulo pega o nerônio em
período refratário absoluto, não vai conseguir estimular.
·
Dor aguda.
Sensação
de curta duração (menos de 6 meses), em respost a um trauma específico.
Tem
a função de alertar de um perigo e ensinar.
Ex:
pós procedimento cirurgico.
·
Dor crônica
-
Dura mais de 6 meses;
-
Sem evidências clínicas (após a cura)
-
Abuso de medicamentos;
-
Sofrer de insônia;
-
Impede a execução de outras funções;
-
Sensação de desamparo e desespero;
-
Depressão;
-Suicídio.
·
Transmissão da Dor – Receptores de Dor.
- Estímulos nocicepeptivos
estimulam neurônios de dor
- esses neurônios de dor enviam um sinal nociceptivos que se iniciam com
a força mecânica do estímulo e continuam com a irritação química resultante do
processo inflamatório. A inflamação vai até a medula espinhal através de fibras
de dor. Lá na medula é acionado o circuito de reflexo local que ativam músculos
necessário para afastar o braço ou dedo do estímulo. Ou seja, a informação de
dor chega e vc retira o membro.
·
Sentidos
químicos
Os sentidos especiais estão
concentrados na cabeça e são cinco: olfato, paladar, audião, equilíbrio e
visão.
·
Olfato
e paladar
- OLFATO:
- Na cavidade nasal é uma
região muito vascularizada.
- No osso etimóide temos
muitas fibras nervosas olfativas. Essas fibras nervosas se conectam (através de
sinapses) com o bulbo olfatório,
responsável pelo processamento da informação de entrada, cuja, informação tem
que ser química.
- PALADAR:
- O sentido da gustação, ou
paladar, esá intimamente relacionado com o olfato.
- Tipos de sabor: Existem 4
modalidades principais de sabor:
ii. Azedo:
detectado nas laterais da língua.
iii. Amargo:
detectado na região posterior da língua .
iv.
Salgado:
detctado na maior parte da língua.
v. Umami
– modalidade de sabor para a glutamato monossódico e outras fontes de glutamato
AULA 7
SIMPÁTICO E PARASSIMPÁTICO
- Simpático: próximo ao SNC
- Parassimpático: próximo
ao órgão
·
SISTEMA
NERVOSO AUTÔNOMO
O sistema nervoso autônomo funciona de maneir autônoma,
isto é, independentemente de nossa vontade. A manutenção da homeostase no corpo
é um balanço entre controle autonômico, controle endócrino e resposas
comportamentais.
O SNA possui fibras nervosas que levam os impulsos do
sistema nervoso central aos músculos lisos das visceras e à musculatura do
coração. Essas fibras compõem uma via motora com dois neurônios. O primeiro dos
dois neurônios motores é o neurônio
pré-ganglionar. Seu corpo celular está localizado no encéfalo ou na medula
espinhal, e seu axônio sai do SNC como parte de nervo craniano ou de nervo
espinhal e faz sinapse com o segundo
neurônio pós-ganglionar, localizado
inteiramente fora do sistema nervoso central, no gânglio autônomico. O axônio do neurônio pós-ganglionar conduz
o estímulo até o órgão efetuador, que pode ser um músculo liso ou cardíaco.
-
NEURONIO PRÉ-GANGLIONAR: conduz
impulsos motores até um gânglio autonômico.
- NEURONIO PÓS-GANGLIONAR: conduz impulsos motores do gânglio
autônomo até o órgão efetor.
O controle das funções autonômicas
ocorrem por meio de reflex autonômicos. Quando estimulado, produz impulsos
nervosos aferentes para o SNC. Os
interneurônios, no SNC, transmitem sinais s
O simpático é recrutado sempre que o organismo encontra-se em uma
situação de emergência como lutar ou
fugir, ou seja, quando tem que gastar energia. O neurotransmissor que ajuda
nessa ação é a adrenalina.
Já atividade parassimpática causa efeitos
antagônicos sobre um mesm órgão inervado pelo simpático e está relacionado às
funções de economia e obtenção de energia
(repouso e digestão).
De qualquer maneira, um determinado estado do organismo
é uma consequência do balanço entre as atividades simpáticas e parassimpáticas
que se integram e se complementam.
·
Simpático.
- Sai do SNC
- Posição do gânglio: mais
próximo da coluna.
- Neurotransmissor: Estimula
o órgão com noradrenalina e noraepinefrina.
- Origem do SNC: Saem dos
pares de nervos to tórax.
·
Parassimpátco
- Sai do SNC
- Posição do gânglio: mais
próximo do órgão
- Neurotransmissor:
estimula o órgão com acetilcolina.
- Origem do SNC: Saem dos
pares de nervos cranianos e sacro.
SIMPÁTICO
|
PARASSIMPÁTICO
|
|
FIBRA
PRÉ-GANGLIONAR
|
CURTA
|
LONGA
|
FIBRA
PÓS-GANGLIONAR
|
LONGA
|
CURTA
|
ORIGEM
DOS NERVOS
|
REGIÃO TORACICA E LOMBAR DA MEDULA
(SOMENTE NERVOS RAQUIDIANOS)
|
REGIÃO CERVICAL (NERVOS CRANIANO) E REGIÃO
SACRAL DA MEDULA (NERVOS RAQUIDIANOS)
|
MEDIADOR
QUÍMICO
|
FIRAS PRÉ-GANGLIONARES: ACETILCOLINA; FIBRAS
PÓS-GANGLIONARES: ADRENALINA
|
FIBRAS PRÉ-GANGLIONARES: ACETILCOLINA; FIBRAS
PÓS-GANGLIONARES: ACETILCOLINA
|
Noradrenalina: diretamente do o órgão.
Adrenalina – corrente sanguínea.
A suprarrenal produz adrenalina, quando é liberada (via corrente
sanguínea) se liga a todos os receptores de adrenalina.
·
SISTEMA
NERVOSO SOMÁTICO
Todo processo começa no córtex motor na área motora,
responsável pela origem dos movimentos. A região motora e a área pré-motora são
interligadas, são regiões do córtex que tem todo o mapeamento dos músculos do
corpo.
Os corpos
celulares dos neurônios motres estão localizados no corno anterior da medula
espinhal ou em centros motorees no encéfalo. O axônio do neurônio motor
somático ramifica-se da fibra muscular esquelética onde um único neurônio motor
controla várias fibras musculares simultaneamente. A esse conjunto formado pelo
neurônio motor e as fibrs do músculo esquelético dá-se o nome de unidade
motora.
-Disfunção comum: AVC.
- Origem do movimento: Córtex motor.
- Nucleos da base: São responsáveis pela intensidade do movimento.
- Córtex divido em 2
partes:
i. Córtex motor: Controla músculos individuais ou grupos de músculos
intimamente associados.
ii. Córtex Pré-Motor: Conrola atividades de contração coordenada de
grupos musculares múltiplos.
·
Contração
voluntária:
i. Pré-motora: Pensar no movimento.
ii. Motora: Seleciona os músculos qu serão recrutados.
Iii . Ambos: Como vai ocorrer os movimentos.
Área pré-motora e motora trabalham juntos, passam para
os núscleos da base, cerebelo e núcleo vestibular.Saindo do córtex e chegando
ao cerebelo , vamos ter uma associação entre as áreas motoras. O cerebelo manda
fibras, possuindo 70% de fibras que chegam e 30% das fibras que saem. Então, o
cerebelo recebe muito mais informação do que manda, isso porque ele tem que
controlar o movimento.
O cerebelo nunca ativa o movimento, APENAS, coordena \
controla. Lesão nessa área: perde a coordenação.
Quem ativa é o sistema motor no córtex. Lesão nessa
área: perde o movimento.
·
Núcleos
da base ou gânglios da base:
Permite o automatismo (torna-se movimentos
inconscientes). Alguns movimentos se tornam frequentes ou automáticos –saem do
córtex motor e vai para os gânglios da base. Ex: correr, nadar.
Coordenação maior parte dos
movimentos corporais subconscientes, como contração de vários músculos
simultaneamente.
Função: Coordenar grupos
musculares em força e intensidade.
·
Sistema
labirinto
É um conjunto de estruturas
que são acoplados ao pavilhão auditivo. Controlam a musculatura
antigravitacional.
Labirinto: Permite variação
de graus de tônus muscular.
A – Utrículo e sáculo – Cãmara
ocas, cheia de líquido com estruturas sensoriais (maculas).
B – Canais Semicirculares – 3 canais com líquido dilatação na
extremidade de movimentos e permite rotação da cabeça.
·
Controle
Global da locomoção:
1 – Deve sustentar contra a
gravidade; Força p\ ficar em pé.
2 – Grande enrijecimento
das partes do corpo (sistema de equilíbrio -
tronco)
3 – Locomoção depende de
movimento ritmicos (medula);
4 – Controle (córtex
cerebral e gânglios).
O elemento
proprioceptor: fuso neuro muscular e órgão tendinoso de
Golgi. Sendo o fuso neuro muscular ativa e inibi ele mesmo. E o órgão tendinoso
de Golgi só desativa ele mesmo. Então, quando se inicia um movimento o impulso
neuromuscular cria o arco relexo (sai do músculo para a coluna e retorna para o
músculo)
·
SISTEMA
NERVOSO PERIFÉRICO.
Ø MOTONEURÔNIO (QP)
O motoneurônio sai dos pares de nervos do crânio e da
medula espinhal. Transportam impulsos que foram originados no córtex, que
passou pelo núcleo da base, pelo
cerebelo e depois para a coluna, de
lá vai para o músculo.
Placa motora – Unidade motora: É a união entre SN e a
Fibra Muscular. Cada fibra tem que está conectada a um neurônio. O músculo e o neurônio vivem sem a fibra
muscular, mas a fibra muscular não vive sem neurônio.
Todas as fibras inervadas
pela mesma fibra nervosa formam a unidade motora.
Só e
- Só é recrutado as fibras quando precisa de mais força.
- A contração muscular
esquelética é química, o neurotransmissor é chamado de actilcolina.
1-
O PA atinge o botão sináptico do
motorneurônio provocando a abertura dos canais de voltagem dependente de
cálcio.
2-
Nesta fase ocorre o influxo
(entrada) no botão sináptico provocando a liberação das vesículas sinápticas.
3-
Uma vez liberada a vesícula
contendo o neurotransmissor (acetilcolina) se dirige ao sítio de liberação.
4-
A acetilcolina é liberada no botão
sináptico na fenda sináptica (espaço existente entre o neurônio e a fibra
muscular). A acetilcolina rapidamente procura o seu receptor, onde irá se
ligar. O neurotransmissor que não se ligou
ao receptor será destruído por uma enzima chamada de acetil
colinesterase que vai limpar a fenda sináptica.
5-
A acetilcolina se liga aos canais
nicotinicos provocando a geração do potencial graduado (potencial da placa
motora).
6-
O potencial da placa atinge a
pregajuncional provocando geração do potencial de ação. O potencial de ação
gerado na prega funcional deve ser conduzido para o interior da fibra, para
isso vai utilizar uma estrutura chamada de tubulos T. Estas estruturas se ligam
aos reservatórios de cálcio existentes na fibra muscular chamados de retículo
sacroplasmático que uma vez até ativado vai liberar o cálcio do seu interior
para a fibra muscular gerando a contração muscular.
Papel
do cálcio: ativar a vesícula e ativar
contração muscular
·
Reflexos:
Importância: Se não apresenta movimento após
percussão,a lesão pode ter atingido a raiz nervosa da coluna e ter chegado no
neurônio.
- Reflexo miotático inverso: Relaxamento do músculo
submetido a uma força contrátil
forte; Envolve sinapses inibitórias e excitatórias; Função protetora. Quem
faz isso é o próprio orão tendinoso que vai desativar aquela musculatura que está sendo colocada
sobre estresse.
A resposta é oposta ao
reflexo miotático.
Quando entra em contato
potencialmente agressor. Ex: entrar em contato com algo muito quente.
- Reflexo de extensão cruzada: Manutenção postural durante
o reflexo.

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