domingo, 7 de outubro de 2018

Continuação aula 4 - Fiologia - potencial de ação


AULA 4 – 21-08-18
Potencial de ação.
- Lei do tudo ou nada:O potencial de ação sempre vai gerar uma carga superior ao limiar de excitação, despolarizando sem conseguir para, então uma vez iniciado o potencial de ação só vai parar no botão sináptico.
- Condução impulso nervoso: A propagação é sempre no sentido dendritos - > corpo celular - > axônio - > botão.
- Estímulos captados pelo impulso nervoso que percorre todo o axônio até chegar as suas extremidades.
- O neurônio só se comunica quando é estimulado ou não. Por exemplo: a doença de Parkinson, acontece, quando é inibido a os neurônios.  Outro exemplo, a depressão, quando a quantidade de neurônios no cérebro é reduzida, então, o antidepressivo aumenta a estimulação dos potenciais de ação.



A célula hiperpolarizada dificulta a despolarização.
1 - Potencial de repouso: A célula encontra-se em potencial de repouso onde dentro a carga será negativa e fora será positiva.
2 – A membrana celular receberá um estímulo que pode ou não ativar a abertura dos canais de sódio. Esse estímulo é chamado de potencial graduado.
3 – Chamado de potencial limiar ou limiar de excitação, tem como função definir a carga elétrica mínima para abertura dos canais de sódio.
4 – Quando o potencial graduado atinge o limiar de excitação vai provocar a abertura dos canais de sódio permitindo o influxo para dentro da célula invertendo sua polaridade, este evento representa a fase de despolarização também vai acarretar a ativação do potencial de ação.
5 – Com o fechamento dos canais de sódio e abertura dos canais de potássio, passamos a ter o refluxo, ou seja, saída de potássio para fora da célula voltando gradativamente a deixar a membrana novamente negativa dentro e positivo fora. Esta fase é a repolarização.
6 –Na fase de repolarização vai ocorrer uma demora no fechamento dos canais de potássio e vai provocar uma saída em excesso de potássio.
7 – A célula encontra-se agora mais negativa do que o normal deixando-a na fase de hiperpolarização sendo necessária a ativação do transporte ativo de membrana, ou seja, ativação da bomba de sódio e potássio.
8 – A membrana encontra-se em repouso não só eletricamente falando como também com suas concentrações iônicas.
·         Período refratário absoluto:Quando inicia a fase despolarização inicia o período refratário. Compreende a abertura dos canais de Na+ até a fechadura dos canais de Na+ e abertura dos canais de K+.
- Impede a célula de receber novos estímulos.
- Não depende da intensidade do estímulo.
- Quando os canais estão totalmente fechados e é impossível estimular o neurônio, por maior que seja a intensidade do estímulo, dizemos que o período refratário é absoluto.

·         Período refratário relativo:O que compreende o fechamento da bomba de sódio.
- Depende da intensidade do estímulo.
- Inicia-se no final do período refratário absoluto e persiste até que o potencial de membrana retorne ao nível de repouso.
- Os canais de Na+ somente voltam a poder ser estimulados apenas depois que a membrana estiver totalmente repolarizada. Enquanto não houver um número suficiente de canais de Na+ nessa condição, é possível estimular o neurônio, mas ele responderá somente se a intensidade for bem maior.

Ø  Condução Saltatória:
- Posição saltatória:A bainha de mielina não é contínua e forma espaçamentos isentos de mielina que são chamados de módulos de Ranivier.
Obs: Bainha de mielina não gera potencial de ação apenas o axônio, a bainha apenas conduz, acelera.
.*O prof deu o exemplo de andar em cerâmica por cerâmica ou saltando 2 cerâmicas*
- A despolarização e a repolarização do neurônio ocorre nos nódulos de ranivier.
- Ela solta de um módulo de R para outro após despolarização e atingir o potencial de ação até chegar no botão sináptico. A bainha vai acelerar.
Ø  Lei do tudo ou nada:
- Existe um valor mínimo de exibição para que ocorra o impulso nervoso.
- Se o estímulo for fraco e não atingir o valor mínimo.
Ø  Sinapse: passagem de estímulo.
- Química: apenas essa tem botão sináptico (conjunto de receptor e neurotransmissor).
- Elétrica:
·         Sinápse química:
- Região da célula adjacente (membrana pós sináptica).
- Espaço entre as estruturas (fenda sináptica).
- Botão sináptico formado pelo neurotransmissor pré-sináptico e neurônio pós-sinápito, entre eles há a fenda sináptica.
- Suas regiões de íntima aproximação entre neurônios onde os estímulos passam de um neurônio para o outro ou para uma célula muscular por meio de mediadores químicos ou neurotransmissores.
·         Sinápse elétrica:
- Há comunicação direta entre as células envolvidas, por isso, a propagação do impulso não é mediada por neurotransmissores.
- Obs: Por ser comunicação direta não quer dizer que são conectadas.
- Não tem botão sináptico.
- Existe a fenda sináptica,mas as estruturas são estreitas, onde os íons podem influenciar um nos outros. O estímulo passa de um para o outro. Ex: convulsão, arritmia. Quando tem um problema perde o padrão. 



Aula 5
SENSAÇÃO X PERCEPÇÃO  
Ø  Codificaçõ e procssamento sensorial:
- Estímulo: Energia
- Transdução: Energia codificada em sinais neurais.
- Percepção: Processamento central.
Ø  Atributos elementares do estímulo a serem codificados.[]
- Localização;
- Modalidade;
- Intensidade;
- Duração.
Ø  Percepção x Sensação.

Ø  Sensação:
- A sensação é a primeira sensação gerada na periferia. Este é igual para todo mundo.
- Sensação de toque superficial, toque profundo, calor, frio e dor – originado pelo potencial de ação na pele destinado ao SNC.
Ø  Percepção:
- A percepção dá qualidade à sensação de TOQUE, FRIO E CALOR.
- A percepção é o toque que dói, o frio que relaxa, o calor que relaxa.
EX:
SENSAÇÃO
PERCEPÇÃO
TOQUE
TOQUE QUE DÓI
FRIO
FRIO QUE REALAXA

CALOR
CALOR QUE FAZ DORMIR

O corpo pode acostumar com as sensações como, por exemplo, o uso de uma roupa, a ponto de nem se incomodar com ela.
Ø  Processamento no nível do circuito:
A tarefa no nível do circuito é levar os impulsos à regiões apropriadas do córtex cerebral para a localização e percepção dos estímulos.
Ø  Por que sensação se transfora em percepção:
A sensação é um receptor (gera informação) de frio, calor, toque profundo ou superficial e de dor. Esses receptores sensoriais entram no que chamam de nível de circuito. Da pele, vai para coluna em nível ascendente – aferente em direção ao córtex cerebral, quando chega lá, sentimos a informação gerada. A informação gerada passa por pelo menos 3 neurônios.
SNP - 1º nível do receptor – receptores sensoriais. > pele
SNC - 2º nível do circuito – vias ascendentes. >coluna
SNC - 3º nível da percepção – circuitos neuronais no córtex cerebral. > córtex cerebral.
Ex: A hanseníase tem caracterisica de hipocromissidade, uma difrença de coloração da pele e perda de sensibilidade.
Ø  Onde tudo começa:                 :
Começa na região periférica, nos receptores periféricos será gerado um potencial graduado que será convertido em potecial de ação, esse potencial passa pelo axonio e vai em sentido a coluna, lá passa a informação para o segundo neurônio que vai até o tálamo, do tálamo passa informação para o segundo neurônio que vai até o córtex sensitivo.
Ø  Processamento nível perceptivo.
“A interpretação da entrada sensorial ocorre no córtex cerebral. A habilidade  para identificar e distinguir sensações depende da localização específica dos neurônios-alvos no córtex sensorial e não da natureza da mensagem (que afinal de contas é um potencial de ação)”.
Ø  Os principais aspectos da percepção sensorial incluem: (QP)

Ø  Detecção perceptiva:
É capacidade de detectar a ocorrência de um estímulo; este é o nível mais simples da percepção. [Ex: toque]
Esse estímulo pode ou não gerar um potencial de ação, quando gera um potencial de ação, esse potencial só vai parar no córtex. Gera-se uma percepção.
Ø  Estimativa a magnitude:
É a habilidade de detectar a intensidade do estímulo. Devido ao código de frequência, a intensidade da percepção aumenta a medida que o estímulo aumenta a sua intensidade. [Ex: forte, fraco, superficial, profundo, se foi bom ou ruim]
Ø  Discriminação espacial:
Permite a identificação do local ou padrão de estimulação. EX: teste de discriminação entre dois pontos.
Ø  Extração distintiva ou detecção característica.
É o mecanismo pelo qual um neurônio ou circuito responde a uma caracteristica preferencial em deterimento à outas. [Ex: Toque de pano, dedo, pena].
Ø  Discriminação da qualidade:
É a capacidade de diferenciação de uma submodalidade de uma sensação em particular. Ex: submodalidades do paladar (doce, amargo, etc).
Ø  Padrão de reconhecimento:
É a habilidade de reconhecer, em uma cena que nos cerca, um padrão familiar ou não, ou com um significado especial para nós. [ex: pelo toque, pelo frio, pela cena]
As sensações elas são unimodais com exceção da dor que é polimodal.
Ø  Classificação de acordo com o estímulo ativador.
- Mecanorreceptores
- Termoreceptores
- Fotoreceptores
- Quimioreceptores
- Nociceptores.

MECANORRECEPTORES
TERMORECEPTRES
FOTORECEPTORES
QUIMIORECEPTORES
NOCIRECEPTORES
Geram impulso nervoso quando o tecido é deformado. Ex: tato  superficial e profundo- Pressão, toque, vibração e estiramento.
 São sensíveis às alteraçõe de temperatura. Ex: calor e frio
Tais como a retina do olho, respondem à energia luminosa. EX: visão, informção de luz.
Respondem aos químicos  e soluções. Ex: Paladar; Alterações do sangue, pH, O2, CO2.
Respondem à estimulos potencialmente nocivos que resultam em DOR.

Ø  Classificação pela localização.
- Externoreceptores
- Interoreceptores.
- Poprioreceptores.
Ø  Exteroceptores:
- São sensíveis aos estímulos que se originam fora do corpo. Ex: Tato, pressão, dor, temperatura.
- Receptores dos sentidos. Ex: Visão, audição, quilíbrio, paladar, olfato.
Ø  Interoreceptores (visceroceptores):
- Respondem pelos estímulos dos órgãos.
- Alterações químicas, estiramento de tecidos e temperatura interna.
- Em geral não percebemos o seu trabalho mas podemos sentir fome, sede ou dor.
Ø  Proprioceptores:
- São internos como os interoceptoes, respondem por estímulos internos, entretanto são diferentes.
- Ocorrem nos músculos; tendões; articulações e tecidos de revesimentos dos ossos e os músculos.
- Informam o cérebro sobre o posicionamento e movimento.
- Propriocepção:
O SNC processa estas informações vindas de terminações nervosas especializadas ou de mecanorreceptores que estão localizadas na pele, músculos, tendões, cápsulas articulares e ligamentos. Juntamente com oss inputs vestibular e visual, os mecanorreceptores fornecem ao SNC informações sobre a posição do membro.
Envia informação do próprio funcionamento do seu corpo.Ajuda no sistema somático quando fizer os movimentos.
-Função:
- Proteção;
- Dar noção de posicionamento dos músculos, das articulações, de como o corpo está se comportando.
Ø  Receptores Musculares:

o   Mecanorreceptores
o   Muscular e tendinoso
-  Fusos musculares.
O fuso neuromuscular é uma especilização gerada para o próprio músculo. É um ativador.
Quando se inicia o movimento, o fuso neuromuscular está  associado as fibras do movimento. Quando se inicia um movimento, manda uma informação para o SNC e intensifica o recrutamento muscular.
Ex: reflexo patelar – a contração do músulo é gerado pelo fuso neuromuscular. Então essa contração se dá pelo estiramento das fibras que ativa o fuso neuromuscular enviando informação de contração pra ele mesmo, com isso, a contração se torna mais forte.

-  Órgão tendinoso de Golgi. – Desativa o músculo.
Toda vez que o órgão tendinoso for ativado, o fuso neuromuscular perde função.
Ex: A câimbra é causada pelo fuso. E o órgão tendinoso desativa o fuso, enviando informações para o músculo relaxar. Por isso alongamos o músculo.
Localizadoo nos tendões -  quando o músculo esá prestes a lesionar, o tendinoso, desativa.
-  Receptores articulare e cutâneo.
                      i.        Terminações de Ruffini.
                    ii.        Terminações de Gogi.
                   iii.        Terminações encapsuladas de Pacini.
                   iv.        Receptore articulares tipo I, II, III, IV.
Receptor do tipo I – movimentos lentos } presentes em articulações.
Quando o indivíduo está em pé, a articulaçao se choca uma com a outra, essa pressão exercida é o recepto tipo I.
Receptor do tipo II – Movimentos rápidos } articulações
Se adaptam mais rapidamente e não se aquecem em repouso.
Receptor do tipo III } ativação de ligamentos
Corpusculos encapsulados acoplados em filamentos. São os maiores em grupos articulares. Se adaptam lentamente, só respondem quando altas tensões são geradas nos ligamentos
Receptor do tipo IV } Ligamentos, articulações, músculos e tendões.
           As extremidades são desencapsuladas portanto são subdivididas em dois tipos:
IV a – Plexos - Dor
IV b- Dor dos tecidos articulares.
Ambos os tipos IVa e IVb constituem o sistema receptor de dor dos tecidos articulares, sendo chamados de nociceptores. Quando ocorre acentuada deformação mecânica ou irritação química, como por exemplo, ácido lático, íons potássio e histaminas, podendo aparecer em situações de isquemia (falta de sangue) e hipóxia (falta de oxigênio).
AULA 6
SISTEMA SOMATOSSENSORIAL
TATO
              A sensibilidade tátil resulta da stimulação de receptores específicos na pele ou camada subcutânea.
              Tato grosseiro: é a capacidade de perceber que algo entrou em contato com a pele mesmo que a localização, forma, tamanho e textur não possam ser percebidos.
              Tato discriminativo: é capaz de identificar o ponto preciso do corpo onde ocorreu o toque, assim como, a forma,o tamanho e a textura da fonte do estímulo.
·         Sistema de resposta:
- Rápida (sistema ou via epicrítico): É preciso, discriminativo e apresenta uma representação espacial detalhada.
Ex: alguém me tocou no ombro e doeu.
- Lenta (Sistema ou via protopático): É grosseiro e impreciso.
Ex: alguém me tocou.
·         Receptores táteis:

Ø  Corpusculo de Meissner: Adaptação rápida; Localizção precisa do toque na pele. Informação epicrítico

Ø  Órgão Piloso: Adaptação rápida; Localização precisa do toque na pele. (pêlos). Informação epicrítica.

Ø  Corpusculo de Pacini: Adaptação rápida; localização precisa de estímulos repetídos.

Ø  Discos de Merkel: Adaptação lenta localização discriminativa; toque continuado de objetos sobre a pele. – Informação protopático.

Ø  Corpúsculo de Ruffini: Importantes para detecção de estados de de deformação continuada da pele e dos tecidos mais profundo, tais como toque e pressão mais fortes e contínuos.

·         Termorreceptores
Localizados na superfície da pele e capaz de identificar duas sensações térmicas distintas, o frio e o calor. Ambos são de adaptação lenta, muito embora podem descarregar fisicamente quando a temperatura da pele muda rapidamente. Dividido em três receptores:
1 – Frio
2 – Calor;
3 – Dor.
Oscilações sempre vão ocorrer:
As temperaturas entre 10º e 40º C estimulam os receptores para frio, enquanto as temperaturas entre 32ºC e 48ºC ativam os receptores de calor.
·         Nociceptores – DOR
Os nociceptores são terminações nervosas livres, encontrados em todos os tecidos do corpo com exceção ao encéfalo.
Sua ativação ocorre por estímulo químico, mecânico ou térmicos.
Processos que ativam a dor: processos inflamatórios, ácido lático, radicais livres
·         Processo de dor
O processo de dor está relacionado com receptores químicos qu estimulam vias próprias de dor.
      I.        TIPOS DE DOR:
- DOR RÁPIDA – AGUDA
- Neurônios de médio calibre A – Delta.
- Mielinizadas.
- DOR LENTA – CRÔNICA.
- Neurônio de pequeno diâmetro – Fibras C
- Amielinicas
- Dor em queimação, dor continuada, dor latejante, dor nauseante e dor crônica.
Todas as vias, usam o mesmo caminho, então as vias sensitivas também.
Ex 1:  de 3 estímulos simultaneos, 1 sobresai sobre os outros: Se for tocado com um gelo, primeiro sentimos o toque, se permanecer o toque, passamos a sentir mais frio que o toque, a pressão fica em segundo plano, quem sobressai é o frio.
Ex 2: Batida da canela: 1ª sensação, toque, sendo mais rápida que a dor. Depois da batida, vem  a dor contínua, o indivíduo esfrega a região – estímulo de toque superficial. Esse estímulo ocupa o espaço do segundo neurônio, entã vai chegar no tálamo a informação da massagem, e a partir daí, envia informação da passagem de dor.
·         Competição entre as duas vias:
O estímulo que chega primeiro estimula o segundo neurônio, e o outro estímulo pega o nerônio em período refratário absoluto, não vai conseguir estimular.
·         Dor aguda.
Sensação de curta duração (menos de 6 meses), em respost a um trauma específico.
Tem a função de alertar de um perigo e ensinar.
Ex: pós procedimento cirurgico.
·         Dor crônica
- Dura mais de 6 meses;
- Sem evidências clínicas (após a cura)
- Abuso de medicamentos;
- Sofrer de insônia;
- Impede a execução de outras funções;
- Sensação de desamparo e desespero;
- Depressão;
-Suicídio.
·         Transmissão da Dor – Receptores de Dor.
-  Estímulos nocicepeptivos estimulam neurônios de dor  - esses neurônios de dor enviam um sinal nociceptivos que se iniciam com a força mecânica do estímulo e continuam com a irritação química resultante do processo inflamatório. A inflamação vai até a medula espinhal através de fibras de dor. Lá na medula é acionado o circuito de reflexo local que ativam músculos necessário para afastar o braço ou dedo do estímulo. Ou seja, a informação de dor chega e vc retira o membro.
·         Sentidos químicos
Os sentidos especiais estão concentrados na cabeça e são cinco: olfato, paladar, audião, equilíbrio e visão.

·         Olfato e paladar
- OLFATO:
- Na cavidade nasal é uma região muito vascularizada.
- No osso etimóide temos muitas fibras nervosas olfativas. Essas fibras nervosas se conectam (através de sinapses)  com o bulbo olfatório, responsável pelo processamento da informação de entrada, cuja, informação tem que ser química.
- PALADAR:
- O sentido da gustação, ou paladar, esá intimamente relacionado com o olfato.
- Tipos de sabor: Existem 4 modalidades principais de sabor:
i. Doce: detectado na ponta da língua
ii. Azedo: detectado nas laterais da língua.
iii. Amargo: detectado na região posterior da língua .
iv.        Salgado: detctado na maior parte da língua.
v.   Umami – modalidade de sabor para a glutamato monossódico e outras fontes de glutamato



AULA 7
SIMPÁTICO E PARASSIMPÁTICO

- Simpático: próximo ao SNC
- Parassimpático: próximo ao órgão
             
·         SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO
              O sistema nervoso autônomo funciona de maneir autônoma, isto é, independentemente de nossa vontade. A manutenção da homeostase no corpo é um balanço entre controle autonômico, controle endócrino e resposas comportamentais.
              O SNA possui fibras nervosas que levam os impulsos do sistema nervoso central aos músculos lisos das visceras e à musculatura do coração. Essas fibras compõem uma via motora com dois neurônios. O primeiro dos dois neurônios motores é o neurônio pré-ganglionar. Seu corpo celular está localizado no encéfalo ou na medula espinhal, e seu axônio sai do SNC como parte de nervo craniano ou de nervo espinhal e faz sinapse com o segundo neurônio pós-ganglionar, localizado inteiramente fora do sistema nervoso central, no gânglio autônomico. O axônio do neurônio pós-ganglionar conduz o estímulo até o órgão efetuador, que pode ser um músculo liso ou cardíaco.
              A maioria das vias simpáticas origina-se nas regiões torácicas e lombar da medula espinhal. Os gânglios simpáticos são encontrados em duas cadeias ao longo de ambos os lados da coluna vertebral, com gânglios adicionais ao longo da aorta descendente. Os axônios dos neurônios pós-ganglionars direcionam-se dos gânglios para órgãos efetores sensoriais para os neurônios motores nos centros integrativos. Os principais centros integrativos para os neurônios motores nos centros integrativos. Os principais centros integrativos para a maioria dos reflexos autonômicos ficam localizados no HIPOTÁLAMO e no TRONCO CEREBRAL. Do centro integrativo partem impulsos nervosos a paritr de dois neurônios motores para o órgõ efetor que pode ser músculo liso visceral, o músculo cardíaco e as glândulas.
              - NEURONIO PRÉ-GANGLIONAR: conduz impulsos motores até um gânglio autonômico.
              - NEURONIO PÓS-GANGLIONAR: conduz impulsos motores do gânglio autônomo até o órgão efetor.

              O controle das funções autonômicas ocorrem por meio de reflex autonômicos. Quando estimulado, produz impulsos nervosos aferentes para o SNC.  Os interneurônios, no SNC, transmitem sinais s
              O simpático é recrutado sempre que o organismo encontra-se em uma situação de emergência como lutar ou fugir, ou seja, quando tem que gastar energia. O neurotransmissor que ajuda nessa ação é a adrenalina.
Já atividade parassimpática causa efeitos antagônicos sobre um mesm órgão inervado pelo simpático e está relacionado às funções de economia e obtenção de energia (repouso e digestão).
              De qualquer maneira, um determinado estado do organismo é uma consequência do balanço entre as atividades simpáticas e parassimpáticas que se integram e se complementam.
·         Simpático.
- Sai do SNC
- Posição do gânglio: mais próximo da coluna.
- Neurotransmissor: Estimula o órgão com noradrenalina e noraepinefrina.
- Origem do SNC: Saem dos pares de nervos to tórax.
·         Parassimpátco
- Sai do SNC
- Posição do gânglio: mais próximo do órgão
- Neurotransmissor: estimula o órgão com acetilcolina.
- Origem do SNC: Saem dos pares de nervos cranianos e sacro.

SIMPÁTICO
PARASSIMPÁTICO
FIBRA PRÉ-GANGLIONAR
 CURTA
LONGA
FIBRA PÓS-GANGLIONAR
LONGA
CURTA
ORIGEM DOS NERVOS
REGIÃO TORACICA E LOMBAR DA MEDULA (SOMENTE NERVOS RAQUIDIANOS)
REGIÃO CERVICAL (NERVOS CRANIANO) E REGIÃO SACRAL DA MEDULA (NERVOS RAQUIDIANOS)
MEDIADOR QUÍMICO
FIRAS PRÉ-GANGLIONARES: ACETILCOLINA; FIBRAS PÓS-GANGLIONARES: ADRENALINA
FIBRAS PRÉ-GANGLIONARES: ACETILCOLINA; FIBRAS PÓS-GANGLIONARES: ACETILCOLINA

Noradrenalina: diretamente do o órgão.
Adrenalina – corrente sanguínea.
A suprarrenal produz adrenalina, quando é liberada (via corrente sanguínea) se liga a todos os receptores de adrenalina.

·         SISTEMA NERVOSO SOMÁTICO
              Todo processo começa no córtex motor na área motora, responsável pela origem dos movimentos. A região motora e a área pré-motora são interligadas, são regiões do córtex que tem todo o mapeamento dos músculos do corpo.
               Os corpos celulares dos neurônios motres estão localizados no corno anterior da medula espinhal ou em centros motorees no encéfalo. O axônio do neurônio motor somático ramifica-se da fibra muscular esquelética onde um único neurônio motor controla várias fibras musculares simultaneamente. A esse conjunto formado pelo neurônio motor e as fibrs do músculo esquelético dá-se o nome de unidade motora.
-Disfunção comum: AVC.
- Origem do movimento: Córtex motor.
- Nucleos da base: São responsáveis pela intensidade do movimento.
- Córtex divido em 2 partes:
i. Córtex motor: Controla músculos individuais ou grupos de músculos intimamente associados.
ii. Córtex Pré-Motor: Conrola atividades de contração coordenada de grupos musculares múltiplos.
·         Contração voluntária:
i. Pré-motora: Pensar no movimento.
ii. Motora: Seleciona os músculos qu serão recrutados.
Iii . Ambos: Como vai ocorrer os movimentos.
              Área pré-motora e motora trabalham juntos, passam para os núscleos da base, cerebelo e núcleo vestibular.Saindo do córtex e chegando ao cerebelo , vamos ter uma associação entre as áreas motoras. O cerebelo manda fibras, possuindo 70% de fibras que chegam e 30% das fibras que saem. Então, o cerebelo recebe muito mais informação do que manda, isso porque ele tem que controlar o movimento.
              O cerebelo nunca ativa o movimento, APENAS, coordena \ controla. Lesão nessa área: perde a coordenação.
              Quem ativa é o sistema motor no córtex. Lesão nessa área: perde o movimento.
·         Núcleos da base ou gânglios da base:
Permite o automatismo (torna-se movimentos inconscientes). Alguns movimentos se tornam frequentes ou automáticos –saem do córtex motor e vai para os gânglios da base. Ex: correr, nadar.
Coordenação maior parte dos movimentos corporais subconscientes, como contração de vários músculos simultaneamente.
Função: Coordenar grupos musculares em força e intensidade.
·         Sistema labirinto
É um conjunto de estruturas que são acoplados ao pavilhão auditivo. Controlam a musculatura antigravitacional.
Labirinto: Permite variação de graus de tônus muscular.
A – Utrículo  e sáculo – Cãmara ocas, cheia de líquido com estruturas sensoriais (maculas).
B – Canais Semicirculares – 3 canais com líquido dilatação na extremidade de movimentos e permite rotação da cabeça.
·         Controle Global da locomoção:
1 – Deve sustentar contra a gravidade; Força p\ ficar em pé.
2 – Grande enrijecimento das partes do corpo (sistema de equilíbrio -  tronco)
3 – Locomoção depende de movimento ritmicos (medula);
4 – Controle (córtex cerebral e gânglios).
              O elemento proprioceptor: fuso neuro muscular e órgão tendinoso de Golgi. Sendo o fuso neuro muscular ativa e inibi ele mesmo. E o órgão tendinoso de Golgi só desativa ele mesmo. Então, quando se inicia um movimento o impulso neuromuscular cria o arco relexo (sai do músculo para a coluna e retorna para o músculo)
·         SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO.

Ø  MOTONEURÔNIO (QP)
              O motoneurônio sai dos pares de nervos do crânio e da medula espinhal. Transportam impulsos que foram originados no córtex, que passou pelo  núcleo da base, pelo cerebelo e depois para a coluna, de lá vai para o músculo.
Placa motora – Unidade motora: É a união entre SN e a Fibra Muscular. Cada fibra tem que está conectada a um neurônio. O músculo e o neurônio vivem sem a fibra muscular, mas a fibra muscular não vive sem neurônio.

Todas as fibras inervadas pela mesma fibra nervosa formam a unidade motora.

Só e
- Só é recrutado as fibras quando precisa de mais força.
- A contração muscular esquelética é química, o neurotransmissor é chamado de actilcolina.
1-    O PA atinge o botão sináptico do motorneurônio provocando a abertura dos canais de voltagem dependente de cálcio.
2-    Nesta fase ocorre o influxo (entrada) no botão sináptico provocando a liberação das vesículas sinápticas.
3-    Uma vez liberada a vesícula contendo o neurotransmissor (acetilcolina) se dirige ao sítio de liberação.
4-    A acetilcolina é liberada no botão sináptico na fenda sináptica (espaço existente entre o neurônio e a fibra muscular). A acetilcolina rapidamente procura o seu receptor, onde irá se ligar. O neurotransmissor que não se ligou  ao receptor será destruído por uma enzima chamada de acetil colinesterase que vai limpar a fenda sináptica.
5-    A acetilcolina se liga aos canais nicotinicos provocando a geração do potencial graduado (potencial da placa motora).
6-    O potencial da placa atinge a pregajuncional provocando geração do potencial de ação. O potencial de ação gerado na prega funcional deve ser conduzido para o interior da fibra, para isso vai utilizar uma estrutura chamada de tubulos T. Estas estruturas se ligam aos reservatórios de cálcio existentes na fibra muscular chamados de retículo sacroplasmático que uma vez até ativado vai liberar o cálcio do seu interior para a fibra muscular gerando a contração muscular.
Papel do cálcio: ativar a vesícula  e ativar contração muscular



·         Reflexos:

- Reflexo  miotático: O mais simples – quase todos são extensores importantes para a postura. Contração de um músculo em resposta ao seu próprio estiramento. Temos na mandíbula, na patela, nos bíceps, no tendão, calcâneo.
Importância: Se não apresenta movimento após percussão,a lesão pode ter atingido a raiz nervosa da coluna e ter chegado no neurônio.

- Reflexo miotático inverso: Relaxamento do músculo submetido a uma força contrátil forte; Envolve sinapses inibitórias e excitatórias; Função protetora. Quem faz isso é o próprio orão tendinoso que vai desativar  aquela musculatura que está sendo colocada sobre estresse.
A resposta é oposta ao reflexo miotático.

- Reflexo flexor de retirada: Normalmente em resposta a um estímulonociceptivo. Função protetora.
Quando entra em contato potencialmente agressor. Ex: entrar em contato com algo muito quente.



- Reflexo de extensão cruzada: Manutenção postural durante o reflexo.
Ato do reflexo quando acha que vai cair ao tirar um pé, e o outro mantém no chão.






Nenhum comentário:

Postar um comentário